Está ficando assim:
31.3.13
W.I.P. ou Trabalho em andamento
Lembra daquele desafio insano de fazer os trajes dos noivos para o casal Barbie e Ken?
Está ficando assim:
Está ficando assim:
27.3.13
#Chorinho de hoje
Eu estava procurando uma música para definir algumas das sensações muito fortes destes últimos dias (acreditem, TPM é um caso sério na minha vida). Acontece que encontrei canções perfeitas demais, que deixei passando pela vida, quase deixando que desaparecessem, canções que, embora eu já as cantasse há muito tempo, só depois de alguma experiência e amadurecimento pude, de fato, compreender... mas isso não vem ao caso, porque eu queria, além disso, também renovar. Por acaso, clicando aqui e ali (não tenho tantas preferências assim), achei essa canção que, pra mim, é novidade (pode não ser pra maioria das pessoas, porque ando bem desatualizada do mundo, visto que me recuso a baixar/instalar as últimas versões do software e tal, rsrsrs)... quero dizer que não conheço nada a respeito da intérprete, e posso estar escrevendo uma imensa bobagem, mas ela também leva jeito de compositora. Gostei da levada e da melodia e fiquei tão apaixonada pelo início que eu precisei esperar pelo final (eu estou assim ainda, se não fico mexida, pode esquecer que não vou terminar com a tortura - a não ser que a letra seja bem interessante de algum modo - ei! alguma relação com deixar coisas pela metade??? Nossa!!!). Calhou que, agora que estou explorando o Silêncio - não tão ao pé da letra assim, e não exatamente esse tipo de Silêncio... apenas -, a canção fosse tão interessante... (por isso acabei clicando, gostei do embalo dos primeiros segundos ao piano, tentei entender a letra, precisei procurar por ela pra saber se havia ouvido certo, gostei do que li e estou compartilhando e fim, nada além disso - exceto que compartilho quando preciso deixar que a canção aconteça algumas muitas vezes, pra que entre de verdade no lugar onde deve ficar).
Quarta, dia de brincar
Para terminar com a mania de ser Pessoa, conheçam Penélope (Punk)
Andando pelo Flickr e babando em fotos de bonecas alheias, vejo muitas ideias incríveis acontecendo e muitos trabalhos impressionantes, mas as que eu mais gosto de ver, de longe, são as que representam algum personagem. Secretamente, eu também gostaria de uma boneca especial nesse sentido, entretanto, eu não era capaz de decidir que personagem era a mais legal de montar, até...
Num belo dia, procurando por fotos de uma Simply Vanilla (eu ainda quero uma, adorei aquela cor de cabelo e acho que ela tem cara de chorona, naturalmente), eu acabei me apaixonando pela Simply Chocolate (sinceramente, eu prefiro cabelos castanhos, ehehehhhe). Olhando para algumas fotos, eu achei que ela era idêntica à Punky Brewster, aquela menininha supimpa do seriado. Daí, enquanto não conversei com a Renata sobre poder customizar uma com as mesmas características pra mim (sardas, olhos castanhos, sem maquiagem), eu não consegui me desfazer da ideia. Foi assim que Penélope nasceu.
Sobre o que ela representa... já que estamos lidando com divisões da minha personalidade... não penso nela assim, ela está mais pra um lugar de recordações do que um canto de mim mesma... não que isso sejam coisas tão distintas assim.
As roupas ainda me desagradam muito, então, desde que ela chegou, estou preocupada em buscar roupas adequadas para ela... talvez seja por isso que eu não a fotografe com tanta frequência como as outras...
| Os pullrings dela, esses foram montados pela Renata, gostei muito! |
A seguir, separei imagens de alguns dos modelos que ainda quero tentar reproduzir para ela (assim que acabar com a encomenda do vestido de noiva, com a costura de algumas peças para o bazar e com a confecção de bonecas para algumas amigas especiais, que sabem bem quem são): a roupa do balé, do teatro e da apresentação no show de talentos (além do pijama e das roupas tradicionais - essa que ela usa atualmente está horrenda). Vai demorar um pouco, mas eu não tenho pressa. Aliás, tenho perdido a pressa para muitas coisas na vida. (a não ser quando estou com fome e estou preparando um almoço demorado demais, ahahahahha)
26.3.13
Segunda já foi, mas...
...vale lembrar que a Escola é uma Instituição que, como qualquer outra Instituição (pública ou privada), possui regras sociais pressupostas que viabilizam, otimizam e validam seu funcionamento. Portanto, não é porque ela é - e DEVE COM CERTEZA SER - do povo, que o povo deve mandar e desmandar em sua organização, especialmente quando estão envolvidas questões pessoais ou banais. Também vale lembrar que a Escola é uma das Instituições mais adequadas para fornecer conhecimentos que formam um cidadão capaz de exercer, de fato, sua cidadania, através de limites e regras justas e que procuram atender a premissa citada anteriormente.
Desse modo, qualquer cidadão que cause algum transtorno para o bem (que é a Instituição, e, óbvio, o próprio serviço), prejudique e demande alguma medida mais severa quanto as suas atitudes equivocadas, deve ser REformado(sic).
Em outras palavras, a Instituição Escola deve ser respeitada e não ser tratada como um não-lugar.
Finito.
22.3.13
19.3.13
[Como o tempo]
emolduro a mim
nos fios caindo pelo rosto
como o tempo
nas folhas descendo para o chão
o sangue desliza
frio e caudaloso
como o tempo
no rio que marca os veios da terra
cubro o corpo
cada pedaço de pele fina
como o tempo
nas cobertas singelas solares
emudeço
como o tempo
nos bichos, nas flores, no sol que se escondem
transbordo
como o tempo
nos mares de ventos gélidos e vorazes
reflexo
reflito
refaço
relaxo...
emolduro a mim
nos fios caindo pelo rosto
como o tempo
nas folhas descendo para o chão
o sangue desliza
frio e caudaloso
como o tempo
no rio que marca os veios da terra
cubro o corpo
cada pedaço de pele fina
como o tempo
nas cobertas singelas solares
emudeço
como o tempo
nos bichos, nas flores, no sol que se escondem
transbordo
como o tempo
nos mares de ventos gélidos e vorazes
reflexo
reflito
refaço
relaxo...
17.3.13
#UmBrindeAoSilêncio
O mar calado
move o fundo, o mais profundo, de seu chão
e move suave, com leves e silenciosas ondas, sua crosta líquida e densa,
carrega o mundo consigo e o espreita,
vive, viaja, vai, volta, vem...
Calado, há mar, ainda assim,
remexe-se e lambe as areias da costa terrena,
leva tesouros e os esconde...
onde, onde, onde...
Onde há mar...
Calado, mas há...
denso, molhado e vivo,
imenso, gigante, incomensurável
onde há mar...
Pois se não há, não é, não vive,
é outra coisa finada,
é apenas buraco seco, esturricado
- Mar calado existe até deixar de ser mar,
virar noutra coisa qualquer que é sua morte.
(...mas donde possa vir a ser qualquer coisa que quiser...)
move o fundo, o mais profundo, de seu chão
e move suave, com leves e silenciosas ondas, sua crosta líquida e densa,
carrega o mundo consigo e o espreita,
vive, viaja, vai, volta, vem...
Calado, há mar, ainda assim,
remexe-se e lambe as areias da costa terrena,
leva tesouros e os esconde...
onde, onde, onde...
Onde há mar...
Calado, mas há...
denso, molhado e vivo,
imenso, gigante, incomensurável
onde há mar...
Pois se não há, não é, não vive,
é outra coisa finada,
é apenas buraco seco, esturricado
- Mar calado existe até deixar de ser mar,
virar noutra coisa qualquer que é sua morte.
(...mas donde possa vir a ser qualquer coisa que quiser...)
#UmBrindeÀNecessidade
Torna necessidade
e o hábito se esvai
e o hálito...
torna necessidade
quando o costume aninhou
aquilo que não era o maior desejo
- mas que se fez ansiar.
Torna necessidade
e dói
uma dor do querer, lá na mente,
e também um querer que dói no corpo...
Torna necessidade e cadê o remédio?
Cadê o mar?
Cadê o vento?
Cadê o mundo?
Cadê o tempo?
Cadê?
e o hábito se esvai
e o hálito...
torna necessidade
quando o costume aninhou
aquilo que não era o maior desejo
- mas que se fez ansiar.
Torna necessidade
e dói
uma dor do querer, lá na mente,
e também um querer que dói no corpo...
Torna necessidade e cadê o remédio?
Cadê o mar?
Cadê o vento?
Cadê o mundo?
Cadê o tempo?
Cadê?
O plano era:
Este era o plano original, mas tivemos que fazer uma versão melhorada...
...para pessoas burras.
16.3.13
Desafio aceito do mês:
Uma encomenda de vestido de noiva e trajes do noivo... para Barbie e Ken. :)
O vestido é nesse modelo (em questão de babados e corpete):
15.3.13
Planejando a sesta que nada...
ESTOU COMEMORANDO!!!!!!
Vou poder fazer as aulas de teatro lá no CLAC!!!! : D
Quem me conhece sabe, nem preciso falar mais nada... (nível de felicidade: rindo à toa)
Vou poder fazer as aulas de teatro lá no CLAC!!!! : D
Quem me conhece sabe, nem preciso falar mais nada... (nível de felicidade: rindo à toa)
13.3.13
Quarta e as bonecas...
Conheçam Persie!
Persie é uma factory (uma blythe frankenstein, como diria Suzana) muito especial... Ela também foi customizada pela Renata. Além de não ser uma blythe comum, de algum modelo que tenha sido lançado pela Takara, Persie também tem uma customização um pouco diferente... ela não tem as cordinhas atrás da cabeça (Pullrings), que servem para acionar o mecanismo dos olhos e fazer com que sejam trocadas as cores e as posições. Sua troca deve ser feita manualmente (dedalmente, queremos dizer, rsrsrs), porque a peça que segura seus olhos foi cerrada ao meio, desse modo, não é possível que as cordinhas funcionem, mas é possível que ela tenha uma variedade maior de olhares... normalmente são 4 posições: duas frontais, uma para a direita e outra para a esquerda... isso significa que Persie tem 16 possibilidades de olhares, o que inclui seu envesgamento (que eu AMO). Seus cabelos, como o de Jane, são mohair... e verdes! :D (foi por isso que ganhou alguns apelidos não tão bons assim - tipo cabelo de ranho, rsrsrrsr).
Persie nasceu antes de eu falar com a Renata que eu a queria... eu já havia feito desenhos dela e até lhe dado um nome: Perséfone. Perséfone/Persie vem justamente da minha tara por mitos e a intenção era que ela fosse justamente o contrário, um paradoxo (meu paradoxo particular): não tão bonita assim - pra não dizer feia, ahahahahha (oh, desculpe, Persie! ahahahaha)(juro que procurei pelo desenho, mas não o encontrei, se um dia eu o encontrar... quem sabe ponho aqui), a única coisa diferente é que ela deveria ser dentuça também, mas de resto... ela é idêntica ao meu desenho... o curioso disso é que eu não falei nadinha de nada para a Renata, Persie foi feita por ela sem ser por encomenda, foi disponibilizada para quem quisesse ficar com ela, qualquer pessoa - como Cecília foi.
Foi assim: a Renata estava colocando fotos do trabalho no faceplate e eu já estava sofrendo, porque achei muito lindo, mas não poderia ficar com ela de jeito nenhum... portanto, eu apenas estava esperando a boneca ser montada para ver o resultado, e só (juro!). Entretanto, antes de montá-la, a Renata colocou os olhos (esses que ela sempre usa nas fotos que faço) e... pronto, surtei! Na hora em que vi a carinha e lembrei do meu desenho, eu disse algo como: Pára tudo, eu PRECISO dela!!!! Não quero nem saber o cabelo que ela terá, pode ser até careca!!! (AHAHAHAHAHH) Daí que eu só vi pronta depois que eu já havia garantido que seria minha mesmo, rsrsrs... e então... o cabelo... não bastasse a cara igual, o cabelo era igual também. Já ia se chamar Persie, mas quando vi o resultado... não tive quaisquer dúvidas, a Renata psicoblythou o meu desenho mesmo!!!! D: (Adorei esse termo!)
Na verdade, ela já veio com a personalidade meio que direcionada (nerd/geek) e eu achei ótimo, porque poderia ser isso mesmo... a dupla com a Murphy foi bastante natural, portanto (porque a Murphy é a personalidade que gosta de nerdices). E foi bem interessante desenvolver a relação entre as duas, de cúmplices eternas em tudo (mesmo que a Murphy seja carne de pescoço, Persie é paciente pelas duas...)(ou não... D:)
Persie, logo, é do tipo que adora as ideias (não tão) geniais da comparsa, mas que também se atreve a dar as suas próprias ideias para que estejam sempre se divertindo (embora Murphy roube a cena e seja sempre a culpada pelas artes da dupla - ela não aprende nunca!).
Por fim, fotos! (#todoscomemora) ...percebi que tenho poucas fotos dela sozinha, e que a maioria estavam na câmera fotográfica ainda - a preguiça me fez selecionar as melhores fotos, mesmo que esteja com as outras bonecas - porque pra eu fotografar de novo, vai levar um bocado de tempo (até eu me organizar com a nova rotina do trabalho e tal).
| Persie agradecendo à 'tia' Cinthia pelo mimo, o pet canadense (que rendeu um dos assuntos mais divertidos no meu flickr, : D) |
| Quartinho do trio de pimentas D: (Murphy com o presente 'tia' Fabi) |
| O dia em que Persie chegou e viramos 6! : D |
| E quem diria que elas se identificariam de cara...? |
| Conferindo os mimos (Atenção à pequena ali no meio, ela veio no embrulho, um baita de um presente!!!! :3) |
| O dia em que Persie descobriu que o Pet Canadense não podia fazer cocô :/ (pobrezinha, ahhahahah) |
| ...loooooooooonga história, ahahahhah |
| (Como diria o Marcio, imaginem o dia em que ela descobrir que ela mesma não faz cocô, rsrsrsr) (Shhhhhhh!!!! D:) |
| Vou pisar em você!!!!! : D |
Eu, no texto acima, coloquei link para a galeria do trabalho da Renata na Persie, acho interessante colocar para as outras bonecas também:
12.3.13
Desfiando o rosário - falando sobre quedas.
Eu tinha muitas coisas das quais reclamar hoje. Eu deveria reclamar... Deveria mesmo?
Imaginando que não é pra tudo na minha vida que permeia o "tanto faz" (apesar de que, mesmo as chateações, após um período de 'validade', tornam-se 'tanto faz' também) e que desabafar as chateações em algum lugar me deixa um pouco mais com a cabeça em ordem, eu deveria, lógico e certo.
Todavia, imaginando que reclamar não me leva a nenhum lugar do qual eu goste, busco por ações.
11.3.13
Segundo a prô... esse ano é o ano dos animais
Bem, voltando ao planejamento do ano para a minha turma (e a turma que vai trabalhar em conjunto), o que está mais ou menos acertado é o trabalho de sempre (rotina, identidade, oralidade, pensamento lógico-matemático), digo mais ou menos porque é o que será trabalhado, mas, especialmente, porque esse trabalho será encaminhado a partir do desenvolvimento de atividades que também abrangerão o tema de trabalho da nossa U.E.: Vinícius de Moraes. Logo, estamos planejando muitas coisas com animais - prato cheio para eles, eles amam! - mas estou querendo sair do mesmo e desenvolver um trabalho original, que realmente integre todos os conhecimentos... nesse sentido a ida ao Zoo com a turma do ano anterior foi muito produtiva e interessante... a intenção não era a mesma desse ano, mas o trabalho é bem parecido com o que quero desenvolver com essa turma também.
O dominó real (Ou: falando o óbvio)
Eu estava mais uma vez lutando contra o sono e daí é que eu começo a permitir que alguns pensamentos, que normalmente quero esconder por alguma razão, saiam dos buracos. De fato, é sempre aí que eu me desnudo com mais sinceridade e observo coisas não tão nobres sobre mim... o que me faz, também, me sentir chateada por não ser tão honesta enquanto estou realmente acordada. Mas vamos ao que estava me incomodando agora (mas só um pouco): o fato de estar tão desinteressada de alguns assuntos que antes eram, pra mim, um sinal de que eu realmente era uma pessoa culta, interessante, inteligente, participativa... enfim, toda aquela baboseira de vaidade (a.k.a. a cebola).
10.3.13
#BrindeVirginal
Trança as pernas
e o mundo é apenas isso:
entre nós.
[sendo honesta comigo mesma... acho que essa redução é a imagem mais singela, bonita e verdadeira a que já cheguei um dia... ela me diz tanto e com tanta raiva que dói uma coisa que não passa há três dias, desde quando ela nasceu. Acho que é porque parece que essa é a tradução de uma coisa que dói há muito mais tempo... acho que é só... pra agora]
Da sesta
Planos para o sabadão foram cumpridos com eficiência :D Hoje eu havia prometido que iria finalmente atrás do material necessário para dar sequência às encomendas que me fizeram e promessas que fiz a algumas pessoas queridas; depois... eu ia ajudar a minha mãe durante um exame em que ela precisava de acompanhante (longa história); e, por fim, iria a uma festa de aniversário de uma amiga de infância... Estou chegando praticamente agora... rsrrsrsrs depois de umas coisas estranhas que não tenho certeza do que foi que rolou (e fim). (sou da seguinte opinião, e hoje tenho ainda mais certeza disso: se a gente quer alguma coisa, a gente toma atitudes para que essa coisa aconteça E se a gente quer saber alguma coisa que só determinada pessoa pode responder, se ela quiser ser honesta com a gente, claro, a gente pergunta... sem essa de ficar esperando pacientemente, testando... quero mais atitudes e certezas). (pronto, agora sim é fim)
Para o domingo... eu não havia planejado nada, mas no sábado à tarde minha mãe e eu decidimos ir ao cinema juntas...
Estou ficando boa nisso, até parece que sou organizada de verdade (por exemplo, eu realmente comprei só o que precisava hoje... e nem foi tão difícil assim... tá, foi um pouco difícil, mas agora nem tô sofrendo mais, :D - entre outras atitudes que venho tornando hábitos na minha vida).
Diria que... tirando o estresse no trânsito e a quantidade de palavrões e de xingamentos que eu expressei... (em grande parte por ansiedade, pordeus que essa lista com o resultado da seleção do teatro não sai logo!!!! D:) foi tudo muito bem.
7.3.13
Luar na Lubre (Poesia PARA quinta)
[Não é a primeira vez que faço referências a esta banda da Galiza... :)]
Estava procurando uma coisa (que não vem ao caso agora) e encontrei uma canção muito bonita, da qual havia praticamente esquecido... empolgada, decidi rememorar algumas canções favoritas do grupo e fiquei presa nestes versos (e, somente por esta razão, é que eles vieram parar aqui):
Asombrando o ceo,
Abraiando as augas,
Para entoar o pranto
Por tódolos mortos no mar."
[porque encaixa tanto agora em uma sensação estranha que venho sentido...]
"[...]Marcharon todos de alí,
O tempo e a terra,
Pero a palabra estaba
No seu lugar.[...]"
[Coisa muito bonita, não?]
[Mas, já que venho mudado a metáfora de mar pra vento, olhem isso:]
Canción de Berce
Celanova ten un vento
Celanova un vento ten
un vento peleriñante
un vento que vai e ven
un vento que mais que vento
e un teimoso roncón
fungando polos tellados
con grave e tristeiro son
iste vento vagabundo
vai coa lua ven co sol
vai cos mozos ven cos vellos
vai coa neve ven coa flor
vai coas nubes viaxeiras
por camiños de romaxes
vai co pandeiro da chuvia
repinicando paisaxes
de dia vai cos paxaros
e anda a brincar polas hortas
de noite vai cos morcegos
e anda a petar polas portas
meu neno non teñas medo
que este vento e meu amigo
i anque rosma pola rua
non te levara consigo
vento que vas a aventura
non ollas como che aceno
vaite de aquí paseniño
deixa durmir ao meu neno.
6.3.13
Dia de brincar!
5.3.13
#UmBrindeaoVento
O vento?
Nada amarra o vento,
que carrega o mundo,
farfalha,
voa,
assobia,
destroi...
...a não ser o tempo.
O tempo amarra o vento.
O vento carrega o mundo,
o tempo dança e leva tudo.
Tempo existe pro que existe.
E também pro que não existe,
que é o oco do tempo eterno.
1.3.13
Planejando a sesta
Na semana passada, eu tive compromissos demais para tão pouco tempo: na sexta, precisava ajudar minha sobrinha com o penteado para a formatura (que no teste deu certo, mas na hora deu errado, e eu vou me sentir culpada eternamente por isso); precisava ir a uma festa de aniversário muito bacana (que não pude ir porque me enrolei com a minha irmã, que pegou uma gatinha da rua e precisava de ajuda, e acabei perdendo a noção do tempo, entre outras coisas que deram bem errado - inclusive esquecer de que eu ia ajudar a sobrinha com o cabelo... complicado? olhem o que eu fiz lá na minha irmã:

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