13.2.12

(É tão difícil se distanciar)

Tenho um jeito que é só meu, de olhar prum lado e ver o todo, de amar o torto e o terrível e achar que é lindo. O que é lindo? Não vejo a diferença e não me importo, porque, pra mim, é tudo aquilo que eu percebo, entendo, concebo e respeito. Posso estar errada, mas também não me importo mais. E só, gente. (Só não sei por quais motivos ainda calo... acho que é porque tanto faz.)

[E juro que vou parar com estes textos afetados - todos esses últimos -, eu sei que posso ser melhor e quero escrever coisas inteligentes.]

12.2.12

O tanto faz

Ando cada vez mais no meio, sem saber a qual lado pertenço... se sonho, se vivo... em verdade, a questão vai muito além disso. Fosse só saber distinguir o plano das ideias, seria até fácil... o problema é que não sei se ando triste, se ando feliz... não sei se ando necessitando ou repleta... se ando na estafa, no marasmo, na chateação ou se, mesmo calada, ando na mais pura energia e vividez. Não sei como é que posso estar tão no meio de tantas coisas tão exatas e precisas (sic).
Vejo-me, novamente, diante da minha professora da 3ª série, que me disse: "Você não pode ser agitada e calma, ou se é uma coisa, ou se é outra!". E, certamente, eu continuaria a responder do mesmo modo: "Mas, professora, tem vezes que eu fico quietinha e tem vezes que eu não paro de falar e de me mexer! Eu consigo ser as duas coisas!". (E, então, ela me deixou ficar com a resposta duplamente assinalada... juro!)
A única certeza que ainda me resta é a de ser eu. Eu acho.


A sério, o que me coloca em dúvidas eternas é que, às vezes, tanto faz. E, em algumas questões, é o que acaba por me preocupar também... mas bem pouco.