Na verdade, estava relendo mesmo o meu diário e descobrindo todo o histórico deste que escrevo agora. Eu ia retirar uns trechos sobre a cebola, de como tudo começou... mas são tantas coisas que... nem sei por onde começar.
Ia ser interessante fazer este paralelo... para eu lembrar.
Daí achei esse textinho tão singelo, que resolvi colocar aqui, assim, sem editar também:
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Nada não
Bem… nada como um dia após o outro… um momento após o outro… um segundo após o outro…
Agora estou prestando atenção no ar que sai e no ar que entra… o ar que entra, entra com muito mais força que o ar que sai, como se fosse preciso muito esforço para que ele subisse e entrasse no meu corpo. Ou como se eu estrivesse determinada em puxá-lo. O que sai, por sua vez, parece inibido ou receoso de juntar-se com o de fora.
É engraçado como é paradoxal com o que estou sentindo agora. Muito mais soltando que absorvendo.
Mas talvez seja da minha natureza… ou talvez seja costume.
Engraçado, engraçado.