4.11.10

Entre declarações de amor...

Eu estava só pensando, AGORA, em como tenho abandonado muitas coisas pela metade; todos os tipos de coisas que alguém puder imaginar.
Talvez seja um karma relacionado a minha data de nascimento e eu nunca possa me livrar deste irritante modo de levar a vida que tenho. Originou-se ali e, contudo, nenhuma cirurgia d(n)o mundo é capaz de removê-lo sem deixar marcas na obra divina e/ou sequelas no funcionamento da máquina.
Daí me deparo com coisas simples que meus amigos me dizem ou me escrevem e lembro que eu também consigo deixá-los pela metade. Culpada.



Mas... é assim... vou vivendo ao resgatá-los...

"[...] tá ficando muito ridículo isso de "andarmos sumidas", [...] dá um rélpi neguinha, maninha tá lembrando da gente, falando bem (mal) da gente pros outros (diga de passagem, porque de viagem tá doida prá encher nós duas de porrada, eu no lugar dela também faria o mesmo só que ia bater mais de leve em mim, ora),[...]"

"[...]Impossível se perder nesse mundinho de Deus... pois se até os pombos, os patos e as borboletas, as baleias, e as trutas retornam ao seu lugar de origem, porque a neguinha havia de se perder por aí, né, que injustiça meu Deus... a gente acha ela..[...]mesmo que você esteja sem crédito no celular... não tem problema, a gente acha o diacho do número dela e ligamos a cobrar, afinal... rs... ela nos ama tenho certeza disso[...]"

(Ainda assim, culpada, por estas razões... - dos retalhos, longa história pra este breve post, que meus amigos costuram em mim - a minha vida é a melhor.)