23.11.09

Do divino

A cabeça doi. Uma dor sutil, mas persistente.
Imaginei-me naquela floresta feérica, de novo. Sucumbi, com a mais leve frustração, ao mundo perfeito. Não é justo, não é correto, não é...
...
Por qual razão agarro-me a esta dor tão sutil e ruidosa? Ela não me pertence. A contradição não me pertence. Eu não pertenço.
Eu não pertenço a esta prebenda tão íntima minha.
Eu pertenço a outro trabalho. Mas qual?

"Now were going to another land

Will you show me the way

Time has gone

It has gone far away

Far away"

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