Caiu o pano
sobre a cela,
mudou a cena:
desengano.
Mas,
hoje,
remorro
pra eternidade
com a notícia...
lembro da dor,
lembro dos sonhos,
acho injusto...
rios correm desesperados madrugada adentro...
Eu te amo numa medida que não compreendo...
e quero terminar de destatuar seu nome daqui, desse turbilhão de pensamentos.
(Cai da cela,
o pano,
mas,
chaves à mão,
procuro com certa tranquilidade a que destranca:
vai e voa livre, contente!
Bebe d'água de fontes, canta!
Vai, passarinho doente,
bica dos frutos mais docinhos
e procura os outros passarinhos!)
[Dos criados em '5 minutos', mas que me orgulham... às vezes acredito que sou fluente em poesia... vai entender esse meu ego... esse saiu agora, sobre um incômodo... um grande incômodo... incômodo que aniversaria 15 anos:
Apaguei... ehehehehe >:D
, Fim.]