Eu era só necessidade e perguntas. Chegou e me deu um nó. E depois fez um laço, com um sorriso maroto de quem não quer discussões. Aliás, elas nem botaram as caras feias pra fora, já que pontuou todas, extinguindo quaisquer possibilidades que as crescessem e tomassem o tempo, nosso tempo. Gentil e tudo, notou o tempo precisamente maluco, o meu tempo, e me conquistou mais um pouco quando me resgatou. Valsei, valsamos, mas pisei em seu pé. Enrubesci... não tive oportunidade para me desculpar, porque foi também cavalheiro. Um cavalheiro que eu não havia notado antes. Mesmo sem jeito, o segui... Tarde, quis me levar pra casa, eu não quis, me desejou boa noite alegremente e eu fui... Fui ficando, fincando as grosserias, fitando minhas farpas, mas... findei serena. E há que se creditar esse milagre a alguma coisa desse encontro breve e que até agora não entendo.