A verdade é que eu sou uma pessoa e que isso é importante ou insignificante.
A verdade é que eu passo pela vida e me construo e construo o mundo ao meu modo e isso é interessante ou não.
E eu tenho ideias, penso, interajo, faço inúmeras observações... e isso é bom ou não.
O curioso é que eu posso ser eu ou não ser, a qualquer momento, a qualquer segundo, em qualquer lugar.
E o engraçado é que todas as constatações. embora ainda insistam em pinicar, quase me furar, no final... pouco importam, porque o que resta é só aquilo que me faz falta e me faz grande enquanto eu insisto em cada vez diminuir, até desaparecer.
[...a verdade é que eu estou triste. E que esse texto é qualquer coisa, já que não sei escrever mais. Ou nunca soube.]