15.8.10

Teorizações que sucederam a uma ilustração de um conceito qualquer

Antes de mais retratações a respeito do jogo do dicionário, eu gostaria de fazer uns comentários sobre uma coisa que me incomoda (mesmo que ninguém vá ler).
O caso que me perturbou e que não convém ser esclarecido ainda não saiu da minha cabeça; eu não pude fazer estes questionamentos durante o problema, porque eles não cabiam para o momento, mas eu não posso segurá-los mais: quem as pessoas pensam que são quando dizem quem são? Quem elas estão enganando? Quem é capaz, REALMENTE, de considerar que existe certo e errado? Será que elas não percebem que o que existe é o que convém? Quem elas acham que estão se tornando sendo que para elas a mudança não faz parte do que são? Como podem ignorar a conveniência quando admitem a existência de múltiplos conceitos "auto-excludentes" (para elas) dentro de suas considerações? Como podem querer discutir METAFÍSICA se ignoram o que está além da superfície? Como podem ser tão mais medíocres, teorizando algo que está além do alcance da compreensão e estabelecendo critérios de conveniência para um pseudogrupo que deverá se expandir para a humanidade? COMO? COMO? COMO?