Daí que bateu aquela tristezinha que bate sempre, aquela que me anuncia a vontade de mudar, de rever, de compreender, de aglomerar, de viver mais e melhor. Minha cebola me pegou de jeito com esta rotina à qual me obrigo a me adaptar... mas eu não vou. Não vou mesmo entrar nesta onda que é de mutilação, de medo, de insegurança... Eu vou mudar e vou crescer, com licença poética, etc e tudo mais do gênero.
Entretanto, paro por aqui com as palavras, porque devo ter muito cuidado com elas, devo tratá-las muito bem e não ser verborrágica como venho sendo ultimamente em outros lugares por aí. [e eu quero muito isto... trazer coisas bonitas e bem tratadas para cá]