Colecionava notas imaginárias, histórias tecidas em fios crespos, alfinetes enferrujados e traços inacabados de qualquer coisa que havia começado e não concluiu. Coisas do tipo.
Sua vida não era muito movimentada. Mas era comovente.
E bastava comover-se com o mínimo que encontrava. O mínimo era sempre a sua meta.
Acostumou-se tanto, que, quando precisou, não conseguiu ser o máximo.
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